
Hanseníase: o controle da doença começa com o fim do preconceito!
O folder traz informações importantes sobre hanseníase, como o que ela é, o que ela faz e o seu tratamento.
Viver com uma doença rara é enfrentar, diariamente, barreiras ao diagnóstico, ao tratamento e à inclusão. Equidade é garantir que essas pessoas não sejam invisibilizadas e tenham acesso a um cuidado integral, seguro e humanizado. Em 28 de fevereiro, no qual é lembrado o Dia Mundial das Doenças Raras, a Associação Eunice Weaver do Paraná (AEW-PR) apoia iniciativas focadas no cuidado, na inclusão e na defesa dos direitos das pessoas com essas enfermidades.
Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo vivam com algum tipo de doença rara. A maioria dos casos tem início precoce: 70% começam ainda na infância, o que reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento especializado desde os primeiros anos de vida. Atualmente, existem mais de 6 mil doenças raras identificadas, sendo 72% de origem genética.
Neste ano, a AEW-PR apoiou um evento do Hospital Pequeno Príncipe alusivo à data. A instituição parceira — que é referência nacional no atendimento a crianças e adolescentes — promoveu, em 26 de fevereiro, o 10.º Encontro do Pequeno Príncipe sobre Doenças Raras, que teve como tema “Panorama das Doenças Raras no Brasil — Paraná: assistência, pesquisa, políticas públicas e inclusão”.
Na ocasião, profissionais de saúde; gestores; representantes do poder público, da educação e de associações de pacientes; e parceiros institucionais reuniram-se para discutir os desafios e os caminhos para o fortalecimento da assistência, da inclusão e da garantia de direitos. Foi um momento de reafirmação do compromisso das instituições com a inclusão e a com a construção de uma saúde mais justa, baseada no cuidado, na ciência e no respeito às singularidades de cada paciente.
Com informações do Hospital Pequeno Príncipe

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A Rede Nacional Primeira Infância entrega ao Governo e à sociedade brasileira sugestão de Plano Nacional pela Primeira Infância, que propõe ações amplas e articuladas de promoção e realização dos direitos da criança de até seis anos de idade nos próximos doze anos

Reunião realizada no primeiro trimestre do ano marcou a retomada das atividades da iniciativa e consolidou prioridades, entregas estratégicas e cooperação entre diferentes setores do governo federal

Desenvolvidas na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, tecnologias com inteligência artificial obtêm êxito em rastreio de casos novos da doença. Clique aqui e saiba mais detalhes na matéria do “Jornal da USP”